Receba os convidados!... e deixe os detalhes por nossa conta!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Batom para beijar muuitoooo!






Boka Loka. A Loucura vai continua.

Esse batom foi uma grande sacada de marketing em 1985. Na novela das sete, TiTiTi, o costureiro Victor Valentin lançou o produto com poderes afrodisíacos. Era usar e pronto! Todo mundo queria beijar. Na verdade o super poder era simplesmente ter durabilidade de 24 horas.Para a moçada que não curtiu, Absito, vereda tropical o boka loka chega mês que vem distribuido pela AVON.


OBS: e por falar em lembranças... beijo, essa e a maior lembrança de beijo que se tem conhecimento no mundo,claro que ela não estava usando boka loka e apenas uma lembrança gostosa e romática!

O Beijo de despedida a Guerra foi feita por Victor Jorgensen na Times Square em 14 de Agosto de 1945, onde um soldado da marinha norte-americana beija apaixonadamente uma enfermeira. O que é fora do comum para aquela época é que os dois personagens não eram um casal, eram perfeitos estranhos que haviam acabado de encontrar-se.

A fotografia, grande ícone, é considerada uma analogia da excitação e paixão que significa regressar a casa depois de passar uma longa temporada fora, como também a alegria experimentada ao término de uma guerra.


Giselle Figueiredo

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Curiosidade - Viagem ao mundo dos temperos!



Açafrão (Crocus sativus)
O sabor marcante do açafrão tem seu preço. Menos de meio grama do tempero feito de estigmas de flores custa, em média, R$ 15. E o valor salgado tem explicação: para fazer cinco quilos de açafrão são necessárias cerca de 100 mil flores. O delicado ingrediente começou a ser produzido no Oriente e logo se tornou famoso nos países banhados pelo Mediterrâneo, sobretudo na Espanha e na Itália. Pratos clássicos, como risotos e a famosa paella, ganham tons alaranjados graças ao tempero. Por ter a cor parecida, no Brasil a cúrcuma também é chamada de açafrão, embora tenha sabor completamente diferente.
Alecrim (Rosmarinus officinalis)
Experimente colocar um galho de alecrim dentro de uma garrafa de azeite ou numa panela com legumes prontos para serem cozidos. Em instantes, o envolvente perfume do tempero vai tomar conta do ambiente. O ingrediente já é bem conhecido no Brasil, apesar de ser natural da região mediterrânea, e pode ser combinado com carnes vermelhas, especialmente a de cordeiro. Além de um aroma sofisticado, a erva também ajuda na digestão, na circulação e é capaz de inibir a ação de bactérias que causam inflamações.
Cardamomo (Elettaria cardamomum)
Essa semente é um tanto rara no Brasil e possui um aroma inconfundível. Usada em cafés e pães em alguns países árabes, seu sabor, que parece uma mistura de gengibre com canela, consegue deixar qualquer receita mais especial. Acredita-se que a planta começou a ser utilizada na Índia. A especiaria ainda pode ser consumida em forma de chá ou simplesmente ser mascada para perfumar o hálito. O ingrediente também é conhecido por suas propriedades terapêuticas - dizem que é diurético, laxante e expectorante.
Cebolinha (Allium fistulosum)
Nos pratos chineses e japoneses a cebolinha é, de longe, um dos temperos mais usados. Com origem asiática, na culinária brasileira a erva foi incorporada aos pratos do dia a dia. Peixes, frangos e caldos combinam perfeitamente com seu sabor. Na feira é possível encontrá-la com o nome de cebolinha-verde ou, ainda, cebolinho. Por aqui, a espécie mais popular possui folhas longas e ocas e um pequeno bulbo. Mas há também a cebolinha francesa, também conhecida como ciboulette. As folhas bem fininhas servem para decorar pratos e seu aroma mais suave ajuda a realçar outros sabores. Em comum, os dois tipos são ricos em vitaminas A e C e possuem leve ação digestiva.
Coentro (Coriandrum sativum)
Há quem torça o nariz e não suporte um pedacinho sequer de folha de coentro. Mas também há aqueles que temperam da moqueca ao simples feijão com bons punhados do tempero. O famoso cheiro-verde, tão usado nos pratos tradicionais do nordeste, começou a ser cultivado no sul da Europa e no Oriente Médio. Especula-se que o ingrediente tenha chegado por aqui na bagagem dos portugueses da região do Alentejo. Hoje, qualquer feira brasileira vende o ingrediente aos montes, mas o que poucos sabem é que a semente do coentro também pode ser consumida. Industrialmente ela é utilizada na fabricação de salsichas, mortadelas e outros embutidos. O tempero também é rico em vitaminas A, B1, B2 e C.
Cominho (Cominum cyminum)
O cominho é utilizado desde a Antiguidade na Europa e na Ásia e há registros de seu cultivo pelos celtas. Por aqui, a planta, famosa por seu sabor pronunciado, é mais usada na culinária nordestina - peixes e frutos do mar combinam com o aroma do ingrediente. Também há quem use a erva para fazer tempero de conservas e na massa de pães. A folha da planta também pode ser tritura e misturada com pimenta do reino, formando um excelente tempero. Atenção na hora de dosar a pitada: o cominho é muito forte. Na Europa o ingrediente também aparece em salsichas e embutidos e até mesmo em licores.
Cúrcuma (Curcuma longa)
Ingrediente básico da culinária indiana, no Brasil a cúrcuma é conhecida por diferentes nomes, como açafrão da índia, açafrão da terra, açafrão de raiz ou falso açafrão. De cor alaranjada, o tempero é feito a partir de uma raiz. Seu sabor forte pode ser comparado ao curry indiano e combina muito bem com arroz, massas e frango. O produto também combate problemas estomacais e inflamações.
Curry
O curry é um pó saboroso que mistura especiarias de sabores distintos. Dependendo da região em que é fabricado, recebe ingredientes diferentes. A receita básica, original da Índia, leva pitadas de cúrcuma, cardamomo, coentro, gengibre, noz moscada, cravo da índia, pimenta do reino e canela. Algumas combinações encontradas no Brasil têm cominho, feno-grego, mostarda, canela e louro. Uma boa dica é usar o ingrediente com frango e legumes.
Estragão (Artemisia dracunculus)
Com folhas finas e esbranquiçadas, o estragão é pouco usado por aqui. Na França, é um dos temperos mais recorrentes, adicionado aos pratos simples e requintados. Molhos à base de vinagre e cozidos de carne rendem boas combinações - experimente colocar algumas folhas em conservas. Mas tome cuidado ao usar a erva, o aroma do estragão é forte e, por isso, deve ser acrescentado somente na fase final da preparação do prato. As origens da erva não são muito certas. Acredita-se que ela começou a ser cultivada na Rússia e depois acabou se espalhando por toda a Europa.
Flor de Sal ou Sal de Guérande
É considerado o mais puro e saboroso sal do mundo. Dizem que a técnica que permite e colheita da flor de sal começou a ser utilizada pelos celtas no início da Era Cristã. Mas foram os franceses, mais precisamente os da cidade de Guérande, na Bretanha, que a tornaram conhecida e desejada no mundo todo. Para "colher" esse sal é preciso retirar delicadamente a fina película formada na camada superficial das salinas e deixá-la secar por até um ano. Em Portugal, o ingrediente é chamado de nata, fazendo referência à gordura formada em cima do leite. Aqui no Brasil, a flor de sal começou a ser fabricada em Mossoró, no Rio Grande Norte, em 2006. Um potinho com 150 gramas do produto nacional custa, em média, R$ 30. O original francês sai por, em média, R$ 70, podendo chegar a R$ 350.
Gersal
Bem conhecido por quem segue a culinária macrobiótica é, na verdade, uma mistura de sal com gergelim. Para fazer, basta misturar sete partes de gergelim com duas de sal numa panela. Espere as sementes torrarem e, depois de fria, bata a mistura no liquidificador. Ideal para incrementar a salada.
Louro (Laurus nobilis)
Basta uma folha de louro na panela e o feijão ganha mais sabor, ficar com aquele gostinho especial. As folhas do loureiro, uma pequena árvore de origem asiática, assim como o manjericão, ganharam importância no Mediterrâneo. Na Grécia era usada até para fazer coroas e logo foi parar nas receitas. Seu sabor é forte e, por isso, deve ser usado com cuidado: na dose errada, o louro pode arruinar o melhor dos banquetes. Prefira usar o ingrediente em carnes, no feijão, em marinadas ou durante o cozimento. Dessa forma, o ingrediente libera todo seu aroma. Acrescentar a erva às receitas também ajuda na digestão.
Manjericão (Ocimum basilicum)
A erva é bem popular no Brasil e pode ser cultivada facilmente em qualquer vasinho. Também é conhecida como alfádega, alfavaca, alfavaca-cheirosa, basilicão, basílico-grande, erva-real, fiá-mosquito, entre outros. É original da Índia, mas ganhou fama nas receitas mediterrâneas assim que chegou na Grécia. Combina com peixes, massas (incluindo a tradicional pizza margherita), saladas e pratos à base de tomate. Também sofre variações, conforme região e solo. É possível encontrar espécies com folhas da cor roxa, como sua flor, com folhas grandes (o manjericão italiano ou gigante) e miúdas (anão). As espécies avermelhadas são as mais raras e aromáticas. A erva também
Mostarda (Brassica nigra ou juncea)
A semente utilizada na fabricação da mostarda amarela, aquela que colocamos no cachorro-quente e no hambúrguer, também pode ser encontrada em pó nos supermercados do país. Negro ou branco, o condimento natural da Europa Central realça os sabores da carne de porco e de peixes. A versão escura do tempero deve ser usada com cuidado, já que é mais forte.
Noz moscada (Myristica fragans)
A semente do fruto da moscadeira, original das Ilhas Molucas, na Indonésia, já foi um dos temperos mais caros do mundo. Porém, depois que começou a ser cultivada em outros países, como Índia, Tailândia e algumas ilhas caribenhas, a iguaria ficou popular e caiu no gosto popular. No supermercado é possível encontrar a semente inteira ou já ralada, pronta para ser salpicada sobre tortas, pudins e pratos à base de batatas ou de queijo, como o fondue. Mas vá com calma na hora de usar o tempero, seu sabor é forte, parece uma mistura de canela com pimenta.
Orégano (Origanum vulgare)
Pizza sem orégano? Nem no Brasil nem na Itália! O ingrediente é fundamental em todas as versões do prato e deixá-lo de fora da receita é uma verdadeira heresia. A história do tempero não é muito certa, mas sabe-se que o orégano começou a ser usado na Europa, África e Ásia muito antes de cair no gosto dos brasileiros. Há diferentes tipos da erva. O usado por aqui é conhecido como selvagem. Mas também existem o lavanda, bem comum na Turquia, e o de vaso, cultivado na região do Mediterrâneo para decoração. Escolha usar o tempero em molhos, massas e carnes e, de quebra, consuma boas doses de vitamina E.
Páprica (Capsicum annuum)
A páprica é uma especiaria em pó feita de uma espécie de pimentão-doce de formato que lembra a nossa pimenta malagueta. Sua origem não é certa, mas acredita-se que o tempero foi inventado na Europa. Na culinária húngara é ingrediente essencial e geralmente é combinado com carnes e massas. São dois os tipos vendidos no supermercado. A páprica doce tem sabor mais suave e pode ser usada sem medo. Já a páprica picante tem um gosto forte e vibrante e deve ser adicionada com moderação.
Sal
Pode não parecer, mas esse elemento básico em todas as receitas tem mais variações do que se pode imaginar. O clássico, usado no dia a dia, é o sal marinho refinado industrialmente. Feito a partir da evaporação da água do mar, ele passa por um processo para ficar mais fino e ganhar iodo, uma exigência do governo brasileiro para evitar o bócio, doença que provoca o aumento da tiróide. Veja, abaixo, outros tipos de sal.
Sal defumado
em francês é o fummé de sel, um dos sais mais cobiçados pelos chefs de cozinha. A técnica de extração é a mesma da flor de sal. Mas, dizem, é resultado da colheita de uma camada ainda mais fina que cobre a superfície das salinas. Depois de recolhido, é defumado com fumaça fria, resultado da queima de diferentes materiais, tudo depende do sabor desejado. Franceses usam barris de carvalho utilizados no envelhecimento do vinho chardonnay. Outros fabricantes preferem diferentes madeiras aromáticas. O sal defumado também deve ser usado na finalização dos pratos.
Sal gema
Os cristais desse tipo de sal são extraídos de jazidas terrestres. Para ser denominado como tal, a pedra precisa combinar cloreto de potássio, cloreto de magnésio e cloreto de sódio. Alguns médicos não recomendam a ingestão prolongada do produto, já que contém menos elementos nutritivos que o marinho. Na culinária é usado em pratos mais refinados por ter um sabor mais marcante.
Sal grosso
É a forma não refinada do sal de cozinha comum. Muitos também passam por processo industrial, portanto, não é igual ao sal marinho. É usado principalmente para temperar carnes de churrasco, pois deixa o alimento mais saboroso por criar uma espécie de crosta. Algumas pessoas também o colocam em moedores para usá-lo em saladas.
Sal koscher
Usado tradicionalmente na culinária kosher, especialmente no preparo de carnes. Ao contrário do refinado, não leva iodo e tem uma capacidade impressionaste de absorver líquidos. Alguns chefes usam o produto para acentuar o sabor dos alimentos.
Sal light
É o mesmo sal refinado comum, mas com o teor de sódio reduzido. Indicado para pessoas que precisam seguir uma dieta com restrição ao sal. Pode ser levado ao fogo ou consumido em saladas.
Sal marinho
- como o nome diz, também é extraído do mar, mas não passa pelo processo de refinamento que elimina elementos químicos como enxofre, bromo, magnésio e cálcio. Dependendo da região em que é produzido, pode mudar de cor. Alguns são levemente castanhos. Como os cristais são maiores, o melhor é colocá-lo em um moedor. Adeptos da culinária macrobiótica são fãs do produto e garantem que ele faz bem à saúde e é mais saboroso. Pode ser usado em todos os pratos.
Salsa (Petroselinum crispum)
Pode chamar de salsinha que não tem problema algum, todo mundo a conhece muito mais por esse apelido. Original da região do Mediterrâneo (alguns arriscam a dizer que a erva começou a ser cultivada na Sardenha, ilha italiana), a salsa pode ser crespa ou lisa. O primeiro tipo também é conhecido como salsinha italiana e, além de dar mais sabor às receitas, pode ser usado na decoração dos pratos. A folha mais simples, no entanto, é a mais fácil de ser encontrada e tem um sabor inconfundível. Combinada com azeite, sal e cebola, vira um tempero delicioso, que vai bem com carne vermelha, peixes e omeletes. Como se não bastasse, o ingrediente é fonte de cálcio, ferro, potássio, e vitamina C.
Sálvia (Salvia officinalis)
Com folhas maiores e mais lisas, a sálvia lembra uma salsa. Seu sabor, porém, é bem distinto e marcante. O tempero não é muito conhecido por aqui, mas tem um lugar de destaque na culinária mediterrânea, mesma região que começou a cultivá-lo. No Brasil, encontrar a erva fresca é mais difícil, mas nas grandes redes de supermercado é possível achar saquinhos com folhas desidratadas. Aconselha-se usar o tempero em marinadas, cremes, peixes e aves. Só é preciso cautela na hora de salpicar o tempero: excessos podem destruir seu prato.
Tomilho (Thymus vulgaris)
O tomilho é da mesma família da menta e possui folhas pequeninas com forte sabor. A planta é nativa da região do Mediterrâneo e ganhou fama nos pratos italianos. Ensopados e sopas, assim como vegetais assados, molhos de tomate, frango ou carnes, são parceiros infalíveis para o tempero. A erva pode ser encontrada seca ou fresca. Caso opte pela segunda forma, é recomendável retirar as folhas antes de servir o prato, já que ganham forte aroma depois de cozidas. Outra maneira de utilizar o ingrediente é misturá-lo a queijos e ao azeite.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Receita - Torta Holandesa

Ingredientes para Torta Holandesa:

250g de margarina
200g de açúcar refinado
80g de leite condensado
600ml de creme de leite fresco sem soro
Essência de baunilha a gosto
Licor de frutas a gosto

Cobertura:
200g de chocolate meio amargo picadinho
200g de creme de leite fresco
10g de margarina

Base:
200g de biscoito tipo Maisena

Montagem lateral:
200g de biscoito doce redondo com cobertura de chocolate (Calipso)

Como Preparar Torta Holandesa:
Bata na batedeira a margarina e o açúcar de 10 à 15 minutos para obter um creme quase branco e aerado. Pare de bater, adicione o leite condensado e retorne à batedeira por mais 5 minutos. Junte o creme de leite e mexa bem. Acrescente a essência de baunilha e o licor de frutas.
Montagem:
Em uma fôrma de aro removível (18 a 20cm de diâmetro por 4cm de altura) untada com manteiga e açúcar. Forre o fundo com o biscoito Maisena e espalhe metade do creme, espalhe mais uma camada de biscoito Maisena e por cima o restante do creme. alise bem com uma espátula aquecida em água quente, sem retirar o aro leve à geladeira por 2 horas.
Cobertura:
Leve ao fogo o creme de leite e deixe aquecer sem ferver. Retire do fogo e acrescente o chocolate e a margarina. Misture bem até derreter o chocolate e reserve.
Finalização:
Retire a torta da geladeira, espalhe a cobertura alisando bem, retire o aro e coloque os biscoitos redondos na lateral. Sirva bem gelada.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Curiosidade - Os milagres do cacau!



Embora sendo um alimento calórico, a ingestão de chocolate preto pode trazer muitos benefícios.

Embora sendo um alimento calórico, a ingestão de chocolate preto pode trazer muitos benefícios, como é o caso do controlo da diabetes e da tensão arterial.

É o que nos afirma um estudo da Universidade de L'Alquila, em Itália. O estudo teve por base 15 pessoas que ingeriram 100 gramas de chocolate preto por dia, durante duas semanas.

No final, estes voluntários revelaram uma descida da tensão arterial, assim como uma maior capacidade do corpo em metabolizar o açúcar, um problema para os diabéticos.

Esta investigação, publicada no American Journal of Clinical Nutrition, avançou que o principal responsável por estes benefícios é o flavonol, um antioxidante que neutraliza os radicais livres.

  • Tem bons nutrientes
    O chocolate puro contém menos gordura, grande quantidade de magnésio (essencial para a libertação de energia para as células), ferro (essencial para a produção de glóbulos vermelhos), niacina (também envolvida na libertação de energia para as células) e menor valor calórico que o chocolate de leite e branco.
    O chocolate branco contém maior quantidade de cálcio, zinco, caroteno e vitamina B2 do que o puro.
  • Reduz o colesterol
    Um estudo norte-americano apresentado na Sociedade Química dos EUA alega que o chocolate contém polifenol, um composto que impede a formação do mau colesterol (LDL), ajudando assim na prevenção do colesterol, doenças cardíacas e cancro.
  • Deixa-o feliz
    A feniletilamina, uma substância natural produzida pelo cérebro humano cuja produção aumenta quando a pessoa está apaixonada, pode ser encontrada na semente do cacau.
    Sendo considerado um antidepressivo natural, quando consumido exageradamente pode levar a alterações de humor, passando da euforia inicial para a carência do organismo desse alimento.
  • Aumenta o orgasmo
    Trudy Barber, da Universidade de Canterbury, em Inglaterra, avançou que no futuro vão ser lançados no mercado chocolates que ajudam a potenciar a sensação de orgasmo em homens e mulheres.
    A promessa foi lançada durante a Conferência da Federação Europeia de Sexologia em Brighton, segundo a qual, basta aumentar a quantidade de feniletilamina, produzida pelo organismo durante as relações sexuais.
  • Torna os bebés alegres
    Um estudo finlandês da Universidade de Helsínquia acompanhou um grupo de grávidas que comia chocolate diariamente durante a gestação. No final, foi registado um impacto positivo no comportamento do bebé e nas futuras mães.
    Seis meses depois do parto, as mulheres apresentavam ainda reacções mais positivas como rir e divertir-se com os filhos.
    O estudo, publicado na revista New Scientist, refere ainda que os bebés das mães consumidoras de chocolate revelaram menos medo perante situações novas.
  • Combate cardiopatias
    O chocolate amargo melhora o funcionamento dos vasos sanguíneos, conforme um estudo da Universidade da Califórnia.
    A investigação, publicada no Journal of the American College Nutrition, teve por base o estudo dos flavonóides, substâncias com propriedades antioxidantes.
    Para Mary Engler, responsável pelo estudo, foram verificadas melhoras na função endotelial, ou seja a capacidade da artéria se dilatar, o que traduz um menor risco de doenças cardíacas.
  • Acaba com a tosse
    A teobromina, uma substância presente no chocolate, pode diminuir ataques persistentes de tosse, conforme um dos autores do estudo publicado na revista Faseb, Peter Barnes, da Universidade Imperial College, de Londres.
    A teobromina funciona através da inibição da actividade do nervo vago, localizado no crânio, responsável pelos ataques de tosse.
    Os cientistas acreditam mesmo que a teobromina é um terço mais eficaz do que a codeína, a substância mais usada para travar a tosse, além de que causaria menos efeitos secundários.
Os milagres do cacau: deixe-se tentar pelo sabor do chocolate

Curiosidade - Vinho Chileno


                                                   " Por mais raro que seja, ou mais antigo,
                                                         só um vinho é deveras excelente:
                                                         Aquele que tu bebes, docemente,
                                                      com teu mais velho e silencioso amigo."
                                                                      Mário Quintana

Histórico As primeiras videiras plantadas no Chile foram trazidas em meados de 1550 pelos missionários da Espanha que queria produzir vinhos de mesa e para missa. Estes varietais espanhóis, particularmente Pais e Moscatel (produzido ainda hoje), produziram vinhos chilenos por vários séculos. Os produtores utilizavam técnicas primitivas (os vinhos eram adocicados e estabilizados, freqüentemente fervidos) para produzir vinhos rústicos.

No século XIX o Chile se tornou independente das leis espanholas, e uma classe superior recentemente próspera começaram a viajar à Europa, onde começaram a apreciar os vinhos franceses.
Com o inicio da importação dos varietais dos grandes vinhos de Bordeaux, os chilenos descobriram que podiam produzir uma classe superior dos vinhos, e a era moderna de produção começou. Em 1830, Claude Gay, um francês, persuadiu o governo para criar um viveiro oficial chamado de Quinta Normal para estudos botânicos. Um número expressivo dos seus primeiros espécimes era de videiras francesas saudáveis de vitis vinífera, que a isolação geográfica protegeu da filoxera e de outras doenças européias. Na segunda metade do século XIX, enquanto seus vinhedos originais foram devastados, as videiras do Chile permaneceram intocadas pela filoxera e oídio - uma situação que continuava presente. Por volta de 1900, o Chile teve rendimentos generosos de Cabernet Sauvignon, Merlot e Carmenère assim como dos varietais espanhóis, para o mercado doméstico.
Com a morte de Allende em 1973, o poder político passou ao governo militar repressivo de Augusto Pinochet, que parou o processo de nacionalização e devolveu vinhedos às famílias históricas, mas não remediou os problemas da indústria de vinho. Os dezessete anos seguintes trouxeram a guerra civil e instabilidade social e a produção de vinho enfraqueceu. A metade dos vinhedos do país foi destruída no início dos anos 80.
Quando a democracia e a estabilidade foram restauradas, entretanto, os produtores internacionais estavam ansiosos para investir no potencial chileno de agricultura. O mundo do vinho estava pronto para uma fonte econômica de varietais de custo-benefício e o Chile estava preparado para satisfazer a este nicho. Sua força de trabalho estável, clima propício e registros que o comprovaram como uma nação produtora atraiu corporações da França, dos Estados Unidos, da Espanha, da Austrália e do Japão.
As novas companhias investiram pesadamente em tecnologia moderna e revitalizaram e replantaram vinhedos. Vinte e cinco mil acres de variedades superiores, particularmente Cabernet Sauvignon, Merlot e Chardonnay, foram instalados entre 1987-1993. Em um grande estouro de modernização, os investidores transformaram vinícolas antigas, instalaram equipamentos de produção avançados, e trouxeram uma nova geração de winemakers formados em universidades. Muitos dos novos winemakers chilenos vieram da universidade de Santiago, mas uma minoria notável de peritos franceses e americanos trouxe sua perícia para as novas vinícolas.
Os resultados foram surpreendentes: o Chile tornou-se conhecido quase que da noite para o dia como a capital mundial do vinho de custo-benefício, e em 1999 as exportações no valor de US$ 500 milhões ultrapassaram o cenário de 1990 por quase dez vezes. Os milhões de consumidores agora associavam o nome do país com os vinhos varietais baratos e deliciosos, prontos para beber.
Agora com planos mais ambiciosos, os mesmos produtores internacionais que incrementaram o vinho chileno barato, estão dirigindo-se à categoria mais refinada de vinhos. Na busca para impressionar "connoisseurs", os winemakers criaram vinhos de diferentes estilos: algumas expressões pessoais do "terroir"; vinhos "modernos" limpos, frutados para conquistar consumidores internacionais; e ainda um outro estilo, concentrado na "finesse" e elegância. Toda essa variedade faz do Chile o Bordeaux do hemisfério do sul.
Está claro que o vinho chileno pode ser muito, muito bom. Como o grupo relativamente pequeno e talentoso dos winemakers trabalha, cada um trabalhando mais ou menos independentemente, não está ainda decidido que característica, se existir, se transformará na identidade regional do país. Naturalmente os preços começaram a aumentar com a melhoria da qualidade, mas todas as categorias de vinhos chilenos representam ainda um excelente custo-benefício.
O Clima As uvas do Chile vêm do longo Vale Central de 980 quilômetros de extensão. Situado bem no meio do país, esta é uma das zonas agricultoras mais férteis do mundo, fornecendo rendimentos enormes de frutas e vegetais assim como de uvas para vinho de mesa. O vale é um longo platô entre duas escarpas de montanha: os majestosos Andes, que se levantam a 7.000 metros ao leste, e a escala litoral mais baixa, cuja elevação varia de 2.100 metros (ao oeste do Santiago, na extremidade do norte do vale) a 300 metros (na extremidade do sul perto de Concepción).
O clima no Vale Central é mediterrâneo, com temperaturas máximas no verão entre 15ºC e 30ºC. Embora as rupturas na escala litoral permitam variações nas regiões tais como Casablanca (mais ao norte), as áreas do norte são geralmente mais quentes e as áreas do sul mais frias. O lado oriental do Vale Central perto da base dos Andes tem temperaturas que variam bruscamente entre o dia e a noite, assim como a umidade. As montanhas litorais interceptam a maioria da precipitação que vem do Pacífico, fazendo com que caia em suas inclinações ocidentais. Enquanto chove somente no inverno, aproximadamente um terço dos vinhedos chilenos requerem irrigação; mas a água é abundante em muitos rios que drenam o degelo dos Andes.
A longa história da indústria de vinho chilena conduziu às perguntas sobre a identidade das vinhas cultivadas lá, particularmente Sauvignon, Sémillon e Riesling. Estes tendem a produzir vinhos diluídos, sem muito caráter e a ter sido identificados provavelmente incorretamente como varietais inferiores; podem também sofrer esse enfraquecimento devido à irrigação generosa. As novas variedades que vêm da Europa irão resolver essas questões de identidade e melhores controles devem permitir que os winemakers determinem as verdadeiras expectativas para varietais finos em vários terroirs. Os vinhos espumantes a base de Chardonnay do Vale de Casablanca indicam que com gerência apropriada, os vinhedos chilenos podem produzir bons vinhos brancos assim como tintos.
As Variedades Enquanto o país produziu vinhos apenas para o mercado doméstico durante um longo tempo, os winemakers chilenos confiaram nos varietais que produziram grandes volumes de vinho inferior. Muitos destes vinhedos ainda estão produzindo uvas tintas. Moscatel Alejandria, Sauvignon (na maior parte Sauvignon Vert ou Sauvigon Gris), Sauvignonasse, e Torontel, todas ainda em produção, entram na mesma categoria.
A moderna indústria de vinho chilena investiu pesadamente nos varietais tintos de qualidade elevada para a exportação, produzindo atualmente Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir, Malbec e Syrah. O Carmenère francês, trazido primeiramente ao Chile por volta de 1800, transformou-se num varietal primordial. As uvas brancas de prestígio incluem Chardonnay, Sauvignon Blanc, Sémillon e Riesling. A maioria dos novos vinhedos com recursos tecnológicos avançados são plantados com Cabernet Sauvignon, Chardonnay, e Merlot. Ironicamente, os consumidores chilenos podem ter dificuldades para encontrá-los em seu próprio país, porque os produtores concentraram toda a produção para o mercado externo.
Classificações Em 1995 o Chile estabeleceu por lei que 75% do vinho deve ser da variedade e do exato local que aparecem no rótulo, permitindo que apenas 25% possa variar a essas especificações. Não há nenhuma exigência particular a respeito da produção de vinhos de reserva, mas todos os vinhos que indicam a designação Reserva, Gran Reserva ou Reserva Especial indiquem o lugar de origem.
As Regiões De norte a sul, as regiões vinícolas designadas pela lei de 1995 são Aconcagua (incorporando Casablanca), o Vale Central (incluindo Maipo, Rapel, Curicó, e Maule), e a região do sul (incluindo Itata e Bío-Bío).
As regiões de Atacama e de Coquimbo na área norte e muito quente do Vale Central, são identificadas também, mas as uvas que produzem são principalmente para Pisco e para consumo in natura.
Aconcágua Como a região mais ao norte, Aconcagua é a região mais quente e seca do Chile, especializando-se em Cabernet Sauvignon bastante encorpado e em outros vinhos tintos. Paradoxamente, a sub-região do Aconcagua, Casablanca, é uma das mais frescas do país devido a seu clima litoral. Como uma das regiões mais novas, ela se especializa em Chardonnay, às vezes fermentado ou envelhecido em barricas de carvalho, e freqüentemente demonstrando aromas e sabores de aspargos. Ele é vinificado às vezes como o vinho espumante, com a mesma estrutura. Os Sauvignon Blanc de Casablanca tendem a ser frescos e de aromas cítricos, com sabores de frutas tropicais. Ambos estão sendo considerados como os vinhos brancos mais interessantes do país
Bío-Bío Bío-Bío, a área mais ao sul e a maior do Chile, têm 66.700 acres de uvas de vinho (1991), dois terços são tintas, na maior parte a uva Pais. As grandes quantidades de Moscatel Alejandria são produzidas também aqui para o consumo doméstico. Devido às grandes áreas de pantanal com péssima drenagem, a precipitação mais alta do que média e as poucas horas de luz do sol, a área é atualmente imprópria para os varietais finos, embora com gerência apropriada pode ter um potencial maior.
Maipo Entre os vinhos do Vale Central, Maipo, ao sul da cidade de Santiago, é pequeno, mas bem-representado em etiquetas da exportação; produz os vinhos brancos e tintos aproximadamente em igualdade, particularmente Sémillon e Cabernet Sauvignon, os melhores têm aromas bem desenvolvidos de frutas, bom corpo e envelhecimento em barricas. Na área de Rapel, as uvas de Sémillon e Cabernet Sauvignon predominam. A sub-região de Colchagua, ao sul, teve grandes investimentos nos anos 90 pelas vinícolas "boutique", cujos vinhos começaram a atrair a atenção crítica internacional. Uma nova concentração em plantio nas encostas promete mesmo mais vinhos com caráter do excelente terroir local. O vinho tinto está estabelecendo-se como o "rei" nesta área, pelo menos até hoje. Os notáveis Cabernet Sauvignon de Colchagua podem também incorporar o Merlot ou Cabernet Franc em vinhos densos, envelhecidos em barricas e muito saborosos. Colchagua produz também Carmenère notável, Malbec e Syrah asssim como distintos Chardonnay.
Maule Ainda mais ao sul, a sub-região do Vale de Curicó, produz vinhos frutados com abundância de taninos. Maule, que a influência marinha torna uma das áreas mais frescas e mais nubladas, produz ainda quantidades grandes da variedade Pais para o consumo doméstico, assim como Cabernet Sauvignon, Merlot, Sémillon e Sauvignon Blanc para exportação.









Curiosidades - Nosso adversário do dia!

                                              CHILE _ Cultivos originarios e produtos populares





Murtilla ou murta (Ugni molinae)Ao longo de Chile podem-se apreciar frutas e legumes cultivadas desde tempos milenarios, bem como em outros sectores de Sudamérica. Destacam em receitas, como em importantes negócios de exportação. Entre os mais conhecidos estão os seguintes:



•Azeitona: Ainda que a oliveira prove da Europa, as azeitonas de Vale de Azapa
Azapa]], em Arica consideram-se uma variedad de origem chileno, e são reconhecidas em todo Chile.

•Chirimoya: Nativa da área subtropical de ande-los]], Chile tem realizado estudos para conhecer seu comportamento, ainda que não é nativa de Chile é um dos principais países onde se consome.

•Choclo: Este cereal plantado pelas três grandes impérios da América precolombina (Império Maya, Azteca e Inca), também se cultivó nos sistemas de terraços dos atacameños, e pelos intercâmbios comerciais entre os povos se estendeu para o sul até chegar a ser conhecido e cultivado pelos mapuches e huilliches.

•Lúcuma: Em um princípio ocupo-se a lucuma chilena Pouteria splendens, não obstante esta foi remplazada pela lúcuma de origem peruano. Seus primeiros cultivos estendiam-se desde A Serena até Quillota, mas actualmente se cultiva desde o Vale de Azapa até Santiago. Aplica-se principalmente em repostería e heladería.

•Murta ou murtilla: Este extraordinário fruto, colectado pelo povo mapuche desde dantes da chegada dos espanhóis, tem um precioso valor na área de gastronomia, principalmente para fazer mermelada e um licor chamado murtado ou enmurtillado.

•Palta: Se cultivaban diferentes tipos de palta em Chile desde os tempos precolombinos; a palta de casca negra é de origem chileno, a qual se cultivaba em A Cruz e o Vale do Maipo. Chile é o terceiro produtor mundial de palta após Estados Unidos e México.

•Papa: (nome científico Solanum tuberosum) é uma espécie pertencente à família das Solanáceas, originaria de América do Sul. É um ingrediente muito importante nos diferentes tipos de platos típicos. Em Chile encontram-se diferentes variedades, no entanto o centro de origem mais importante é o Archipiélago de Chiloé; a gastronomia dessa zona tem-a como parte fundamental de quase todos suas platos.

•Quínoa: quinua, quínoa, quinoa ou kinwa (Chenopodium quinoa) é um pseudocereal da família Chenopodiaceae que se produz nos Andes da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e do Peru além dos Estados Unidos, sendo Bolívia o primeiro produtor mundial seguido do Peru e os Estados Unidos. Em Chile foi cultivado pelos aimaras e atacameños; eles contribuíram as diferentes variedades deste produto à cozinha do Norte Grande de Chile.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Estilo - Sugestão de cardápio para o inverno

Aprenda a escolher queijos e vinhos para receber os amigos no frio
1. MOFO AZUL Gorgonzola e roquefort. Têm sabor forte e marcante
2. MOFO BRANCO Brie e camembert. A casca é branca e o sabor amargo
3. SEMIDUROS Emmenthal e gruyère. São macios e adocicados
4. CREMOSOS Chevré e melba. De sabor suave, iniciam o jantar
5. DUROS DE SABOR PICANTE Parmesão e pecorino.
São salgados e quebradiços MONTE A CENA Em uma das extremidades da mesa, posicione os pratos e os talheres, ambos de sobremesa, assim como os guardanapos, que podem ser de papel ou tecido. A tábua vai no centro. Copos e bebidas ficam melhores em um aparador. Como os pratos, os talheres também podem ser arranjados numa mesa menor. Na principal, apenas as comidas. Identifique os queijos com plaquinhas, feitas com palitos de madeira e papelão. Calcule em média de 150 a 200 g de queijo por convidado. Corte os queijos consistentes em cubos e os macios em fatias. Mantenha os queijos na geladeira até o momento de montar a tábua, que deve ser arrumada com duas horas de antecedência. Depois, embale-a com filme plástico e conserve na geladeira. Retire meia hora antes de servir.